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Sunday, June 21, 2009

Confederations Cup 2009 Italy Exit - USA march on




O grupo A da Taça das Confederações não viu alterações de última hora compreendidas neste mesmo grupo sendo que Iraque não fez melhor do que empatar a com Nova Zelândia 0-0 e a Espanha acabou por fazer o mais esperado, ou seja, derrotar a anfitriã África do Sul por 2-0 mesmo quando jogou a meio gás.

O leme dos espanhóis teve como comandante Xavi que efectuou uma partida exemplar, sem descansar; facto efectuado pela maioria da equipa, e levou a bom porto a sua perícia no meio campo originando uma valorização da sua estatística no caso, dividindo 50/50% passes curtos e passes longos com uma accuracy de 89%, quase perto da perfeição, estatística que o deixa pertencer à elite do futebol e fez com que, igualmente, fosse eleito o melhor jogador do Euro 2008 e sendo considerado o melhor em campo nesta partida, independentemente das críticas e opções disponíveis.

A Espanha levou de vencida os Bafana-Bafana com golos de David Villa e Llorente, sendo que o jogador do Valência, que diz já ter definido o seu futuro longe do actual clube após esta competição das nações, alcançou Torres com 3 golos na tabela dos melhores marcadores e acabaria horas mais tarde, no dia seguinte, por ser alcançado, igualmente, por Luís Fabiano, o Fabuloso que disse que seria o melhor artilheiro da competição…

A perfeição da La Roja fez com que terminassem o grupo com +8 Goal Average sem qualquer golo concedido tornando na equipa com a melhor defesa e sendo somente ultrapassados no ataque pelos 10 golos do Brasil, contudo os canarinhos sofreram 3 golos ao longo da competição.

O Grupo B trouxe a maior surpresa da competição, após muitos consagrarem a derrota da Itália com o Egipto como factor mais inesperado, e assim sendo, os norte americanos qualificaram-se para as meias-finais da competição por melhor ataque em comparação com a Itália. E quanto pode valor 1 golo?

Itália 3-5, +2 e EUA 4-6. +2. Sem dúvida que Dempsey, para além de ter sido o melhor em campo, conseguiu calibrar as esperanças norte-americanas quando as mesmas pareciam quebradas desde a primeira partida da competição.

Capitulando o jogo em que o Brasil derrotou a Itália por claros 3-0, vimos uma Squadra Azzurra em claro declínio e com ausência de vontade para praticar cálcio nos terrenos sul-africanos, e se antes valorizamos o trabalho de Lippi, parece que nesta partida nem a sua influência foi capaz de alterar o destino de uma selecção quebrada e compreendida por falta de ambição com a excepção de uma ou outra individualidades, no caso nascidos na Argentina e outro nos EUA. Camoranesi e Rossi.

Cannavaro, nunca ao seu melhor, ficou pregado ao chão e Luís Fabiano abriu o activo. 1-0 Brasil.

Kaka, lo maestro, protagoniza a jogada com Robinho e Luís Fabiano na sobra faz o seu 3º golo na Taça das Confederações sem que não muito tempo depois Kaka, novamente, após uma excelente recuperação de bola… corre uns bons metros antes de enviar a bola para Robinho, uma vez mais para a vertente mais ambicionada nos relvados desta competição – A esquerda…e o jogador do Manchester City cruza rasteiro para Dossena efectuar o corte para a sua própria baliza; 3-0 claros numa lição dada pelo Brasil a jogar com muita calma e na ansiedade e erro da squadra azzura. Longe de imaginar os italianos que os americanos estariam em vantagem pelos mesmos 3 golos na partida com o Iraque com golos de Davies, Bradley(Filho do seleccionador dos EUA) e Dempsey. Mesmo quando as opções tomadas por Bob Bradley não parecem ser as mais eficazes pela interpretação leviana do jogo em si, temos de valorizar a pertinácia do mesmo que fez com que os americanos operassem o milagre de se qualificar abrindo “falência” ao bookies nas apostas.

Luís Fabiano Melhor em campo pelo seu aproveitamento não deixando escapar o excelente jogo de Robinho, que parece voltar a estar motivado para praticar o seu samba futebolístico e claro está, KaKa.

Giu Rossi voltou a fazer uma partida muito interessante e demonstrou nesta competição a razão pela qual o Manchester United o persegue novamente para assegurar os seus serviços.

Antecipando uma estatística esperada final entre Brasil-Espanha, aguardamos o desfecho das meias-finais que colocam em campo Espanha-EUA e África do Sul-Brazil.

Relativamente aos dados estatísticos da competição, segue a equipa, após analise pormenorizada, que até ao momento parece estabelecer os melhores parâmetros a nível competitivo:

Kassid; Abbas, Booth, Gaxa, Masilela; Modise, Dikgacoi, Filipe Melo, Kaka; Torres e Villa



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