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Sunday, June 14, 2009

New Zealand 0-5 Spain Confederations Cup 2009




O jogo restante do grupo A opõe as congéneres da Nova Zelândia e a Espanha, sendo que os membros da Oceânia acabam de vir de uma partida estonteante frente à Itália na qual, apesar de terem sido derrotados, deram cartas e estiveram em vantagem mais do que uma vez, acabando por perder posteriormente por 4-3.

A Nova Zelândia vai apresentar um 4-4-2 conservador frente a uma Espanha com o meu estilo táctico, porém numa vertente mais ofensiva. Assim, a Nova Zelândia vai jogar com Moss; Mulligan, Boyens, Vicelich, Lochhead; Brockie, Elliott, Brown, Bertos; Killen, Smeltz e no banco vai ter Paston; Oughton, Sigmund, Old, Scott; James, Christie, Barron; Smith e Bright.

Os homens treinados por Ricki Herbert apresentam um 4-4-2 que, defensivamente, acaba por ser um 5-4-1 na medida em que os homens mais avançados recuam deixando, na mesma, perspectivar um homem mais avançado para poder criar um contra-ataque através de uma long ball potencialmente efectiva.

A Espanha apresentando um 4-4-2 que em jogo corrido articula-se num 4-3-3, faz com que Del Bosque coloque em campo Casilla, Ramos, Puyol, Albiol, Capdevila; Xavi, Xabi Alonso, Fabregas; Riera, Torres e Villa. No banco de suplentes estão nomes como Reina; Marchena, Cazorla, Arbeloa, Llorente, Pique, David Silva, Diego Lopéz, Guiza, Hernandez, Mata e Busquets.

Fernando Torres abre o activo aos 6 minutos, e o homem que está falado para substituir Ronaldo no Man Utd, após passe de Fabregas num remate colocado fora de área faz o 1-0 num jogo que se prevê muito one-sided para os espanhóis. Torres começa, desta forma, a dar razão às apostas que o colocam como melhor marcador da competição segundo os bookies.

2-0, Fernando Torres a passe de Villa numa jogada ornamentada pelo avançado cobiçado do Valência, após desmarcação muito rápida do mesmo e consequente posicionamento e antecipação de Torres. Alex Ferguson começa a sorrir ao negócio pós Cristiano Ronaldo.

3-0 aos 17 minutos, Torres de cabeça após cruzamento de Capdevila. Um nível demasiado orgânico e intrínseco do avançado do Liverpool para dizimar a defensiva da selecção vinda da Oceânia ainda deslumbrada com a partida que efectuou frente à Itália. Porém, só dá Espanha neste jogo. E Fabregas continua a fazer parte essencial da jogada que orienta a ofensiva espanhola e consequentemente os golos.

Capdevila mexe novamente e agora é Fabregas que faz o 4-0 aos 24 minutos. Uma Espanha muito forte e séria, apresentando demasiado futebol para uma selecção pouco habituada a altos voos como a Nova Zelândia.

70% posse de bola aos 28 minutos demonstram o domínio avassalador da selecção espanhola e quando a Nova Zelândia efectuou já uma substituição para tentar amenizar o resultado tão notório quanto a exibição.

A Nova Zelândia acaba por ir para o intervalo com uma pesada derrota de 0-4 e muito por sua culpa, uma vez que o facto de não arriscar faz com que a confiança dos espanhóis cresça e seja condimentada com o pedigree da dianteira dos mesmos.

É possível vislumbrar que na linha defensiva, o seu sweeper, Boyens, que acaba por colocar a defesa numa linha muito atrasada e o mesmo tem estado a cobrir a brisa registada no estádio somente. Ajustes aguardam-se para a segunda parte. ( Ver foto )

Torres, um túnel, outra finta e na linha num cruzamento deficiente, porém suficiente para chegar até Villa fazer o 5-0 na entrada para a segunda parte com o Boyens, já mencionado anteriormente, a deixar a bola para o potencial reforço do Real Madrid com oferta de €25M aceite pelo Valência.

De mencionar que a Espanha estruturou os seus desmembramentos ofensivos, essencialmente, pela esquerda fazendo uso de Capdevila, Xavi, Fabregas e Villa no caso, sendo que na segunda parte, Del Bosque fez Torres mudar de posição com Villa, eventualmente para conseguir trocar, “ainda mais”, as voltas à defesa da Nova Zelândia que acabou por fazer uma segunda parte muito melhor que a primeira, sem, contudo, colocar em causa a supremacia espanhola.


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